terça-feira, 29 de novembro de 2016

PROJETOS OU PROCESSOS. QUESTÃO DE ESCOLHA?

A abordagem de processo, como a sistematização do conhecimento que permite fazer mais por menos, cria um círculo virtuoso de aprendizado para melhoria. Mas mesmo nas organizações onde predominam processos, é fundamental o projeto.

Uma questão freqüente entre gestores de empresas preocupados com melhoria do desempenho é: "devemos organizar por projetos ou por processos?” Ou ainda: “como resolver o conflito entre projeto e processo?” Há os que dizem “o que funciona agora é abordagem por processos", com uma afirmação pretensamente revolucionária. E outros já dogmatizam: “processo já era, pois tende a engessar a estrutura e tolher a criatividade”.

Para chegar a uma posição consistente, devemos partir da definição. Projeto é um empreendimento com começo e fim pré-estabelecidos, que visa desenvolver solução para um problema ou atender à demanda específica de uma pessoa ou organização cliente. Além disto, são características essenciais a sua singularidade e alguma incerteza quanto aos resultados e condições para sua realização, até porque normalmente envolve criação ou mudança. A gestão do projeto é focada na busca de resultados esperados com máxima aderência de prazo e recursos. Pressupõe inovação.

Processo é uma ordenação lógica de atividades interligadas, para realizar sistematicamente produtos ou serviços que representam valor para uma pessoa ou organização cliente. Dessa forma, são características essenciais a sua regularidade, a previsibilidade do resultado e o conhecimento das condições para sua realização. A gestão do processo foca em assegurar o resultado planejado, com a menor variação possível, o que deve ocorrer indefinidamente. Pressupõe ciclos de aprendizado.

Com base nessas definições, podemos entender que há organizações em que predominam projetos, notoriamente as voltadas ao desenvolvimento: empresas de arquitetura e construção, laboratórios de pesquisa, engenharia de produtos, propaganda e marketing. Por outro lado, em todas as empresas existem processos, formalizados ou não, como, por exemplo, as rotinas de contabilidade. Em termos de negócio, falamos de processos como a estruturação das práticas que permitem produzir com eficiência sua proposição de valor para o seu mercado alvo. Fabricantes de bens e consumíveis, redes de alimentação, prestadores de serviço em geral são exemplos onde processos asseguram condição para atender aos compromissos de entrega e satisfação pré-estabelecidos.

Fazer mais e melhor por menos – Com clientes cada vez mais sofisticados e exigentes e aumento da oferta, a equação tende a favorecer quem faz mais, melhor e por menos. Isso implica negócios cada vez mais complexos, capazes de agregar mais valor, seja criando novos produtos ou integrando mais serviços, ao mesmo tempo em que reduzem custos otimizando a cadeia de suprimentos. Mais do que ativos físicos, a vantagem competitiva hoje está apoiada na capacidade de interpretar rapidamente os anseios do mercado e coordenar competências essenciais para traduzi-los em produtos e serviços com valor superior. Como conseguir?

A abordagem de processo, como a sistematização do conhecimento que permite fazer mais por menos, cria um círculo virtuoso de aprendizado para melhoria. Mas mesmo nas organizações onde predominam processos, é fundamental o projeto, pois sem inovação poderá não haver resposta compatível com a velocidade das mudanças e com as demandas dos clientes. A estruturação em processos viabiliza e dá sustentação ao ambiente cada vez mais complexo das organizações modernas, integrando pessoas e sistemas num ambiente colaborativo. O enfoque de projetos, por sua vez, imprime a dinâmica da ruptura, da mudança, da superação em busca de novos patamares de valor e desempenho.

Pergunta: Pense na sua empresa. Seria possível implantar as duas abordagens citadas no texto? Se você tivesse que escolher entre uma delas, qual seria? Justifique suas respostas.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Velasquez X Werdum

Normalmente, acompanho e torço por todos os brasileiros em lutas no UFC (exceção é o Belfort), mas nunca torci tanto por alguém como torci pelo Fabrício Werdum.


Tive a oportunidade de fazer seminário com ele, proporcionado pelo meu professor de BJJ e amigo do Werdum (professor Alexandre Fortis, ou Fortinho, como é conhecido). 

Fabrício é "dus nossos" como ele mesmo gosta de falar. Apesar de toda a fama, mantém o mesmo trato simples com as pessoas que estão a sua volta. Além disso, sabe muito de MMA e tem ótima didática para repassar seu conhecimento.

Por tudo isso, a sua luta contra Velasquez no último sábado foi especial e de muita torcida. 

Werdum fez uma luta perfeita em todos os aspectos, a listar:

- Preparação: ida com antecedência para o México e treinar na altitude foi uma decisão mais que acertada.

- Estratégia: montada para anular o início de luta onde Cain seria mais agressivo e procurar as brechas no jogo dele.

- Luta:
  • O início de luta ocorre como se previa, com Cain agressivo e buscando um KO rápido, mas com bons bloqueios do Werdum que usa bem a luta mais agarrada, onde amplitude de golpes do Cain fica menor e, consequentemente, menos potente.
  • Passado 1º round, Werdum acha a distância e castiga adversário, sem afobação. Por vezes, eu achei que ele poderia ser mais agressivo e finalizar antes, porém estratégia foi certa: aproximar demais do Cain daria a possibilidade dele encaixar um bom golpe. A manutenção da estratégia proporcionou ao Werdum a seguir batendo constantemente, a dosar o gás e a não se expor desnecessariamente.
  • A finalização foi mais uma mostra que tudo estava planejado, pois o double leg é um golpe muito utilizado por wrestlers como o Cain. O detalhe é que Werdum conseguiu evitá-los quando Cain ainda tinha gás e "deixou" ele entrar com golpe quando já estava exausto. Aí foi só utilizar o ótimo BJJ que Werdum tem e finalizar a luta (com direito a sorriso durante a finalização).
É legal ver todo um planejamento funcionar e dar resultado. Acredito que luta é um conjunto de fatores, sendo que planejamento, estratégia e qualidade técnica andam juntas e levam a vitória. 

Werdum e equipe fizeram tudo isso e resultado esta na mão, ou na cintura neste caso.

#VaiCavalo

Passagem livre para apenados do semiaberto

Não gosto muito de falar em política, mas não é possível ficar quieto com alguns absurdos que estão propondo na Assembléia Legislativa do RS.

O último absurdo é a proposta que iniciará o trâmite na casa e pedirá o passe livre para apenados do semiaberto, filho e cônjuges em ônibus intermunicipais. A proposta é dos deputados Cataria Paladini (PSB), Jeferson Fernandes (PT), Manuela D'Ávila (PC do B), Miriam Marroni (PT) e Pedro Ruas (PSOL).

Sinceramente, não entendo o que este pessoal tem na cabeça, pois eles proporcionam uma completa inversão de valores. 

O cidadão de bem esta cada vez mais arroxado. Vivemos numa recessão e falta de segurança sem tamanho (para ficar só nos temas relacionados) e esses "jênios" vem com uma proposta dessas.

Isenção de passagem não sai de graça, ao contrário do que eles pregam. A conta é paga pela sociedade de bem, que tem o valor da sua passagem majorado para pagar a passagem do bandido. É fato é simples e verdadeiro.

Tenho uma sugestão bem simples para o caso: os nobres deputados podem socializar (para utilizar o dicionário deles) parte do seu salário e parte do gasto absurdo que eles tem com seus carros e ajudar aos presos do semiaberto.

A matemática é simples:

- Salário do deputado: +/- R$ 25.000,00;
- Despesa mensal com carros: +/- R$ 35.000,00.
- Total: R$ +/- R$ 60.000,00.

Se cada um dos 5 deputados utilizar metade do valor total acima, eles poderiam doar R$ 150.000,00 por mês para realizar a ressocialização de quem eles quiserem.

Podemos ampliar o cálculo, pegando todos os deputados das bancadas proponentes: PSB, PT, PC do B e PSOL somam 17 deputados. 

Neste cálculo, teríamos R$ 510.000,00 mensais para serem socializados com presos. 

#FicaDica

segunda-feira, 25 de maio de 2015

UFC 187

Não assisti o evento ao vivo, o que possibilitou parar a analisar as lutas com um pouco mais de atenção.

Em geral, achei o evento morno, com poucos combates que trouxeram uma grande emoção.

Destaque para a luta do Arlovsky X Browne, que foi trocação pura. O combate foi amplamente dominado pelo russo, mas quase perde a luta com um lucky punch  do americano (que estava quase nocauteado neste momento). 

Lutas de peso-pesados é assim: um soco pode acabar com tudo.

Na luta de Weidman X Belfort, na minha opinião, deu a lógica, pois Belfort sem TRT não faz frente a nenhum lutador TOP 10 do UFC. Ele até conseguiu enganar por 1 minuto, mas foi só.

O destaque negativo da atuação do Belfort foi no solo. Foi constrangedor ver alguém que é anunciado como "jiu jitsu fighter" ter sua guarda passada daquela forma e ser amplamente dominado, sem nenhuma reação. Ele diz que machucou o ombro na queda, o que acho que é desculpa, pois o double leg aplicado pelo Weidman faz ele cair de bunda.

Acho que pessoal tem que parar de duvidar do Weidman. É um lutador completo, pois tem um ótimo wrestling e jiu jitsu e trocação sólidas. Além disso, ele estuda muito seus adversários, estando sempre muito bem preparado na estratégia de luta.

Possivelmente o UFC irá colocá-lo contra o Rockhold e acho que ele manterá o cinturão. Weidman perderá na luta seguinte para o Jacaré.

O último combate entre Johnson X DC, também acho que deu a lógica, mesmo que na bolsa de apostas Cormier era o underdog. Foi uma luta bem chata, pois estratégia do DC era usar o wrestling e ground and pound e foi bem sucedido.

DC já desafiou o Jon Jones, assim que ele ajuste sua vida pessoal. Se ele quer manter o cinturão, tem que torcer para JJ não voltar tão cedo, pois o que ele demonstrou contra Johnson não faz frente.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Inter 3 X 1 Atlético-MG

Que jogo!!!

Aliás, que outro jogo!!!

Inter e Galo fizeram dois confrontos dignos de uma final de Libertadores, quem sabe final de Champions.

Estão rindo do quê? Se Corinthians estava em nível de Barcelona, segundo "especialistas", o que podemos falar sobre esses dois jogos sensacionais que vimos no Horto e no Beira?

Brincadeiras a parte, temos que ressaltar o grande trabalho que esta sendo realizado no Inter e no Galo.

Aguirre e Levir travaram duelo tático digo dos melhores enxadristas.Trabalharam intensamente durante o jogo para orientar e reorientar seus times a cada movimento do adversário. Aguirre, que tem mostrado um perfil mais contido a beira do campo, ontem se manifestou ativamente, orientando, gesticulando e comemorando muito cada lance.

Em campo, vimos um desfile de técnica e disposição dos jogadores. 

Pelo lado do Galo, Maicosuel e Pratto jogaram demais. Gosto demais do futebol do Pratto, que pode não ter o futebol mais refinado, mas tem disposição, força e um faro de gol espetacular. 

Já o Inter, no primeiro tempo tempo, destaques para Valdívia e D'Alessandro. O primeiro fez um gol que lembrou muito o Renteria contra LDU, e o segundo fez uma pintura (sim, Vitor é filho do D'Ale!). 

No segundo tempo, Alisson mostrou tudo que um ótimo goleiro precisa ter: técnica e sorte. Fechou o gol e quando bola passou, o poste salvou. Lisandro López mostrou oportunismo e precisão para fazer o terceiro gol e brigou intensamente durante todo o jogo, assim como Juan, que teve mais uma atuação monstruosa na Libertadores.

Por fim, que grande show do torcedor. Atleticanos incentivaram sem parar com o seu tradicional "eu acredito" e colorados fizeram tudo que é necessário para empurrar o time para vitória (ruas de fogo, vaias ao adversário e apoio incondicional nos 90 minutos).

Um comentário final para a administração do Beira, que esta utilizando muito bem os recursos tecnológicos e visuais do estádio para dar o plus a festa. A utilização da iluminação cênica com celulares dos torcedores ficou sensacional. Infelizmente, só vi pela TV, pois a pressa para sair rápido e fugir do congestionamento fizeram eu sair logo após apito final (me arrependo).

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Atlético-PR X Inter

O Inter iniciou o Campeonato Brasileiro com um resultado ruim, mas previsível com o time que foi colocado em campo.

Ao longo do ano, a forma de trabalho do Diego Aguirre, que valoriza a utilização do máximo de jogadores se mostrou acertada, pois conseguiu mapear jogadores e esquemas possíveis.

Por outro lado, ele errou na estratégia para este primeiro jogo, pois o time foi totalmente reserva e entrou com uma proposta de atacar um time ruim, mas muito mais organizado que o Inter para o momento.

Mas o principal problema e que levaram a derrota são as falências individuais de alguns jogadores:

- Anderson: não demostra comprometimento algum com o jogo e que ao longo da temporada tem perdido a condição física, pois esta cada vez mais rechonchudo. - 

- Cláudio Winck: não entendo o esforço do Inter nele, pois não joga nada, não demonstra vontade de jogar e passa a maior parte do tempo no DM.

- Réver: jogador que passou por lesão e que já esperava que demoraria para entrar em forma e ritmo de jogo, porém já estamos em meados de maio e ele deveria estar muito melhor. Ontem, perdeu longe na corrida para o Walter, que deve estar jogando com 150Kg.

- Vitinho: a maior decepção do ano, pois entendi que este jogador, pela idade e futebol demonstrado no Botafogo, teria uma grande chance dar certo no Inter. Da mesma forma que Anderson, não demonstra comprometimento algum com o jogo, levando a crer que especulações sobre os dois "na noite" são verdadeira.

Ainda temos Paulão e Alan Ruschel, que são ruins por natureza, mas que ao lado de jogadores melhores, ou em melhor fase, não são comprometedores. Ontem, com o que foi colocado em campo, foram um desastre (principalmente o primeiro).

Concordo com os que falaram que o lado positivo do resultado é para mostrar para Aguirre que Brasileirão, mesmo as equipes mais fracas são bem melhores que os times do interior do Gauchão.

Para quem gosta de superstições, Inter iniciou perdendo todas as competições do ano, mas ganhou o Gauchão e esta bem na Libertadores, então isso não quer dizer nada. :-)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

O novo técnico do Inter: Guardiola

Ontem, após a grande vergonha que a imprensa esportiva do RS proporcionou com o "anúncio" do Luxemburgo, que havia até desembarcado no Salgado Filho, montei no Twitter o anúncio do Guardiola como novo técnico do Inter.

Não passa de uma brincadeira, mas mostra como as notícias estão sendo tratadas por aqui. Com um pouco de tempo e internet, qualquer coisa vira "furo" (ou barrigada, que são os casos):

1º Post: Olha quem eu encontrei no avião vindo para Porto Alegre: Guardiola.


2º Post: Guardiola no Beira-Rio, esperando anúncio e a entrevista coletiva.


3º Post (info complementar para escolha do novo técnico): Guardiola também votou no Piffero só para vir para o Inter.



4º Post: Se Guardiola recusar antes do anúncio, Inter já tem Mourinho engatilhado.





O "Furo" virou "Barrigada"

A bastante tempo, vivemos uma Era que a tecnologia encurtou, ou quebrou, as barreiras para que todo consigam dados e informações sobre tudo e todos. Basta perguntar ao Sr. Google (Bing, Yahoo, entre outros) que apareceram inúmeras referencias sobre o assunto. Desafio nestas situações é encontrar as fontes fidedignas da informação.

Outro ponto que mudou radicalmente, é a velocidade com que as coisas são divulgadas: hoje tudo é quase instantâneo. Este fenômeno praticamente acabou com o "furo da notícia", pois é muito difícil alguém dizer que a informação foi dada primeiro por A, B ou C.

Todo este cenário transformou o "furo" no festival da "barridada". 

Hoje, a grande maioria dos jornalistas (principalmente os esportivos), lançam 300 nomes no mercado, onde algum deles vai fechar. A partir daí, é a briga por quem é o pai da criança.

Existem uma infinidade de casos que exemplificam isso, porém vou citar dois recentes na mídia aqui do RS, onde foram pagos micos gigantescos: o jogador CaBrito para o Grêmio e o Luxa para o Inter.

O final de tudo isso já estamos vendo: a informação esta cada vez com menos qualidade. São poucos os jornalistas que valem ser seguidos e utilizados como fonte fidedigna de informação. 

terça-feira, 22 de abril de 2014

Beira-Rio - Inter 1 x 0 Vitória

Postei aqui o que achei dos espaços do Beira-Rio nos eventos festivos da reinauguração do estádio, onde assisti ambos da arquibancada inferior.

No primeiro jogo do Brasileirão, voltei para a arquibancada superior, que é o local onde assisto jogos a bastante tempo (atrás do gol do antigo "placar eletrônico").


Antes de falar do estádio em si, é preciso dizer que o torcedor colorado precisa de uma reforma urgenteNão adianta ter estádio com materiais de primeira linha tratado como lixo.

Povo tem uma falta de educação e cuidado zero com as novas estruturas. O principal ponto é a utilização das cadeiras como puleiros. 

Bem, vamos ao estádio, como também acompanho obras na minha atividade profissional, acabo olhando o estádio mais atentamente, sendo que vão meus comentários do que pode melhorar, ou ainda esta em fase final de finalização:

Acesso

O acesso foi rápido e fácil, não demorei mais do que 5 minutos para passar por revista, subir rampa de acesso e entrar no estádio.

Escutei muito sobre as filas que se formaram para check-in e aquisição de ingressos, mas vejo que todos que se programaram com antecedência, não tiveram problemas.

Não existe estrutura que chegue a tempo se 2 mil pessoas querem fazer tudo na última hora. 

Mas é mais fácil não se planejar e depois cornetear o Clube...

Arquibancada Superior

Espaço é excelente! Possibilita que a circulação seja feita com tranquilidade e espaços entre as fileiras é muito bom para sentar sem ficar apertado (tenho 1,90 de altura).

Limpeza Geral

Este é um ponto que Inter precisa ver com urgência.

Impressiona a sujeira das arquibancadas, cadeiras e espaços em geral.

Nota-se que não foi feita nenhuma limpeza após finalização dos espaços, pois existe sujeira de obra por todos os lados.

Em grosso modo, precisa de um lava-jato em todos os espaços de arquibancadas do estádio.

Banheiros

O padrão excelente de acabamentos e materiais dos banheiros fica prejudicado pela falta de manutenção do local.

Ainda não foram colocados os porta papeis dos vasos e também não vi lixeiras.

Até tinha uma pessoa identificada como sendo da limpeza do espaço, mas este estava parrado ao lado do esfregão e vassoura sem nada fazer.

Escadas de saídas

Muito fácil e rápida a saída pelas novas escadas de evacuação da superior.

Desci pela escada em frente a InterShop e ela precisa de uma revisão no seu caimento, pois tinha muita água empoçada nas curvas.

Mesmas poças existem em algumas partes do corredor externo de circulação da arquibancada superior.

Esse é um erro de execução de projeto, pois espaço é protegido pela cobertura, mas a chuva que vem de sul e com vento acaba por molhar consideravelmente este espaço.

Refazer caimento é necessário.

Telefonia / Rede de Dados

Não é responsabilidade do Clube, mas cabe comentário, pois rede de dados inexiste e rede de telefonia funciona precariamente.

Operadoras precisam se movimentar rápido para entregar um serviço razoável.


segunda-feira, 7 de abril de 2014

Arena X Beira-Rio

Escrevi isso no Twitter, mas vale repetir aqui:

A paranoia "meu estádio é melhor que o teu" é uma chatice completa!

Arena e Beira-Rio são estádios grandiosos.

Simples assim...

Infraestrutura do novo Beira-Rio

Neste final de semana, assisti os dois eventos de reinauguração do Beira-Rio: Show Os Protagonistas e Jogo contra Penharol e repasso o que observei da nova infraestrutura do estádio.

Antes de qualquer avaliação, cabe ressaltar que a festa preparada pelo clube foi SENSACIONAL! Resgatou o histórico do clube, valorizando todas as glórias e mostrando também os momentos difíceis. Foi uma demonstração de grandeza isso.

Mas vamos ao que interessa:

Acesso

Não sou daqueles que precisa ser o primeiro a chegar ao estádio e pegar o lugar mais central da arquibancada, então não sofro tanto como aqueles que tem estas necessidades.

Para o Show, cheguei na fila 1 hora antes do início do espetáculo e devia ter +/- 80 metros de fila no portão 4. Para chegar até a catraca de acesso, não demorei mais do que 5, ou 6 min. Considero muito ágil o processo, com uma ressalva: vistoria feita pela segurança na entrada era praticamente nula.

Para Jogo, cheguei 10 minutos antes do jogo, com intuito de ficar em pé na ultima fileira da arquibancada inferior, então não peguei fila alguma.

O entorno do estádio melhorou um pouco, pois mais uma parte esta asfaltada, porém ainda falta muita coisa para ser feita.

Bares

No Show, apesar da tentativa de atendimento ágil pelos operadores, muitas filas se formaram. Dois pontos colaboraram para as grandes filas: venda de bebida alcoólica (saudade de tomar uma ceva no Beira \o/) e parte dos bares do lado do Gigantinho fechados, pois área estava sendo usada pela produção do espetáculo, acumulando público em alguns bares.

Para Jogo, não houve bebidas alcoólicas e todos espaços estavam abertos, então houve uma diminuição de filas.

Banheiros

A estrutura de banheiros é fantástica, com materiais de excelente qualidade. 

A questão operacional que precisa melhorar bastante: faltou a manutenção dos banheiros durante ambos eventos. Em determinado ponto, estavam bem sujos/molhados e com papel por todos os lados, pois tinham poucas lixeiras.

Cabe ressaltar também e completa falta de educação do povo, que usa os espaços com um desleixo completo. A quantidade de lixo jogada dentro de mictórios e vasos impressiona. Isso colabora muito para a sujeira que observei no local.

Corredores

Circulação pelos espaços é ótima. Tudo é amplo e bem planejado. Alguns espaços estavam fechados, ou tinham alguma coisa restrição por algum ajuste de obra necessário. 

De mais grave, um vazamento grande próximo do Portão 4, que estava atrapalhando a circulação. É uma questão que faz parte numa obra deste tamanho e que é fácil de resolver.

Arquibancadas

Reforço o que falei após o primeiro jogo teste que fui: as cadeiras são excelentes, o espaço entre fileiras é ótimo (tenho 1,90cm de altura e as pernas não ficam apertadas), os corredores de circulação permitem movimentação tranquila e visão do campo é excelente.

Espaço para PNE

Esse assunto que deu pano para manga, mas dei uma circulada boa pelo local para verificar se reclamações procedem. É uma visão de quem não é PNE, mas vamos lá.

Acesso ao local é muito bom, pois é rampa com inclinação pequena, diminuindo esforço do cadeirante, e que atende a legislação de evacuação não-assistida.

Como é muito próximo do campo, ele tem um vidro protetor para evitar qualquer bolada vinda do campo.

A visão do campo pareceu boa, com uma pequena restrição de visualização da linha lateral, em função de placas publicitárias.

Ponto que deverá ser observado é a questão climática. Apesar de ser área nobre da arquibancada, é local que a cobertura não dá proteção. Esta questão precisa ser resolvida.

Não vi, mas soube que fizeram uma operação especial de estacionamento para PNEs, que é ótima iniciativa do clube.

Sonorização

A acústica do estádio esta fantástica, mas é preciso entender como ela funciona.

No Show, senti alguma dificuldade de escutar os relatos ou pessoas falando. Fiquei posicionado próximo de caixa de som e mesmo assim tinha que prestar bem a atenção para entender o que estava sendo falado nas narrativas e depoimentos dos jogadores. Para as partes musicais, som ficou perfeito.

No Jogo, não senti nenhuma dificuldade. Foi usado o sistema de som definitivo do estádio, que funcionou perfeitamente.

Saída

A saída de Show e Jogo foram tranquilas e sem confusão. 

Demonstra que ações planejadas para permitir a evacuação total  em 8 minutos são boas. Não houve exigência para saída no tempo, mas a saída é rápida e fácil.

Questões Gerais

Como também acompanho obras na minha atividade profissional, é fácil de ver que existem diversas questões de acabamentos para serem finalizadas. Nada que comprometa a qualidade do que esta sendo entregado, mas que deverão ser finalizados antes da entrega definitiva do estádio..


Ainda não assisti jogos na superior do estádio. Assim que assistir, repasso minhas percepções.

segunda-feira, 24 de março de 2014

TUF Brasil (Wand x Sonnen)

A versão atual do TUF Brasil esta muito mais para BBB que para evento de lutas.

Assisti quase todas as edições do TUF (americanos, EUA x Inglaterra e brasileiros) e mantenho meu interesse nelas, pois é a oportunidade de ver como funciona um treinamento de alto nível.

Infelizmente, a atual edição brasileira tem focado em todas as outras coisas, menos o treinamento em si:

- Rivalidade Wand X Sonnen: o foco e exemplo dado por essa rivalidade é totalmente contrário ao que as artes marciais ensinam. Quem conhece Wand, entende o comportamento dele, porém quem não acompanha regularmente, fica com impressão que lutas é isso: tirar satisfação, ser agressivo, etc. LUTA NÃO É ISSO!

- Concurso de beleza: atividade totalmente fora da realidade de preparação de um atleta. Pessoal que se prepara para uma luta importante se priva de um monte de coisas e TUF Brasil vai mostrar que o negócio é festa e pegação. TREINAMENTO SÉRIO NÃO É ISSO!

- Izabel e Hortência: são figuras decorativas que só atrapalham. Não tenho nada contra elas! São referências em seus esportes, mas não sabem absolutamente NADA de lutas. Seus comentários são ridículos e nada acrescentam para lutadores. Tem tanta gente do meio das lutas que poderia fazer este papel...

Quem viu versão americana que Sonnen foi treinador contra o Jon Jones viu que ele é excelente nesta atividade. Wand não é tão bom na passagem de técnicas, mas é excelente na parte de incentivo ao lutador dar seu máximo.

Se houvesse foco nestas partes, a população teria a oportunidade de ver a realidade dura que é praticar uma arte marcial de alto nível (várias, neste caso).




quinta-feira, 13 de março de 2014

Abandono da Zona Sul de Porto Alegre

A Zona Sul (ZS) de Porto Alegre é um lugar excelente para morar, porém tem espantado o abandono que a Prefeitura tem deixado esta região da cidade.

Faço um trajeto de casa para o trabalho que demora, em média 15 minutos. É um caminho curto, mas problemas já estão a tempo sem solução:

- Rua Marechal Hermes: a pelo menos duas semanas um boeiro afundou e temos uma cratera que bloqueia metade da rua.

- Cruzamento da Av. Icaraí com Cel. Claudino: a anos é ponto de alagamento em dias de chuvas. Além disso, existe um "Projeto Sócio-Ambiental" da Prefeitura que não passa de um lixão com esgoto a céu aberto. Eles ainda tem coragem de manter a placa falando do "projeto".

- Rua Orfanotrófio: impressiona a quantidade de buracos, falta de acabamentos em meio-fio de calçadas e fiscalização sobre o avanço das casas sobre as calçadas. Para melhorar a situação, a EPTC coloca tachões na rua para afunilar o tráfego, porém não fiscaliza o estacionamento irregular dos veículos, que impedem qualquer circulação razoável na via.

- Av. Tronco: esta poderia ser uma alternativa para trânsito da ZS e esta em pior estado. Como a via esta em obras de duplicação, que não serão entregues, ela não tem passado por nenhuma manutenção. Tem partes da via que são intransitáveis.

Esses são alguns dos exemplos da péssima administração que o nosso Município tem no momento: fez promessas mil e pouco vai entregar. Além disso, não consegue fazer a manutenção básica que faz parte de qualquer administração.

terça-feira, 11 de março de 2014

Músicas de Torcidas Organizadas da Dupla

Infelizmente, no RS tudo termina em Gre-Nal.

Com as lamentáveis manifestações racistas que tivemos nos últimos tempos, as letras cantadas pelas organizadas da Dupla entraram, mais uma vez no debate.

A situação poderia ser simples de resolver: admite que são letras inapropriadas e desrespeitosas, altera as músicas e vamos em frente.

Porém o que vemos é uma série de desculpas esfarrapadas, que quase sempre terminam num debate de duas crianças de 5 anos de idade: te chamo de macaco porque tu me chamas de gaymista, e vice-versa.

Na minha opinião, o que acontece no estádio é o mesmo que acontece em qualquer lugar. Diferença é que em estádio tem 30 câmeras registrando.

O estádio é o reflexo da cultura do nosso povo. Ou seria falta da mesma?



Inatividade do Blog

Manter um Blog com postagens regulares é mais difícil do que parece.

Não vou reclamar de falta de tempo, pois tempo é prioridade! Acredito muito nisso, pois sempre achamos tempo para o que queremos. O que não queremos, utilizamos o tempo como desculpa.

Não consegui encontrar respostas porque este projeto fica sempre em segundo plano. Talvez pela dificuldade de colocar o que se sente e pensa "no papel". Talvez por medo/receito de ser mal interpretado. Talvez por não estar nem aí em ser mal interpretado e aí ser julgado.

Sei lá! Acho que um pouco de tudo isso.

Mais uma vez, ideia é retomar e não parar mais.

Vamos que vamos!


domingo, 1 de maio de 2011

UFC 129

Ontem a noite, tivemos o UFC 129, que foi realizado no Canadá.

As lutas principais tivemos duas disputas de cinturão e a despedida do ídolo Randy Couture.

Randy Couture X Lyoto Machida

Apesar de torcer sempre para os brasileiros, não tem como não ser um torcedor do Couture.

O cara tem 47 anos e ainda faz frente para grandes lutadores e muito mais jovens do que ele. Não me venham com a história que a idade não pesa tanto: PESA SIM!!!

Lyoto fez uma boa luta, dentro do estilo dele de evitar o contato direto e entrar somente "na boa" (luta fica muito chata). A novidade é que ele, junto com o Anderson Silva, tem treinado com mestre Steven Seagal.

O chute que ele mandou ontem foi ao melhor estilo Daniel San (Karate Kid).

José Aldo X Mark Hominic

Luta mais difícil do José Aldo até agora, sem sombra de dúvidas.

Levou vantagem durante os 4 primeiros assaltos, dominando a luta tanto em pé, como no chão.

Achei que o José Aldo com "pouca gasolina" em alguns momentos, que parece que foi explicado pela reportagem do SporTV, que o processo de perda de peso para a pesagem foi bem complicado.

Sobre o Hominic: um bom lutador e um BAITA guerreiro. Certamente vai dar muito trabalho no futuro.

GSP X Jake Shields

GSP manteve o cinturão num dos combates mais sonolentos que já vi.

St. Pierre tem montado sua estratégia para jogar com o "regulamento debaixo do braço": monta um jogo para anular o melhor do outro e vai "amorcegando" até conseguir umas brechas para pontuar. Assim vai indo e vence.

O resultado todos vimos: conseguiu tomar vaia em casa, onde tem status de deus.

GreNal

Vitória justíssima do Inter.

Acho que os nomes do clássico foram os dois treinadores, mas de uma maneira negativa.

Renato escalou o Grêmio para não perder proporcionou ao Inter um dos jogos mais fáceis de serem ganhados. Até o momento da expulsão do Guinazu (esse tem que sair do time), o domínio do Inter foi tão amplo que me arrisco a dizer que foi um chocolate.

O Grêmio é um time muito limitado: pouca qualidade de alguns titulares e a falta de opções no banco fazem o time refém de uma escalação racional e esquema tático organizado. Como o Renato fez uma tremenda confusão na escalação, não tem mágica que possa ser feita.

Depois, com 1 a mais em campo, Renato fez o óbvio, mas o domínio foi muito mais proporcionado pelas mudanças do Falcão, que o próprio mérito do Grêmio.

Falcão, que até então estava fazendo tudo muito certo, errou em TODAS as mudanças que fez no Inter. A atitude correta no momento da expulsão era faz o reposicionamento do time em campo, ao invés de inventar W. Mathias (nem para opção serve) e depois o Juan.

As alterações trouxeram o time do Grêmio para o campo do Inter, ficando um jogo unilateral (exceção o milagre do Marcelo G. no chute do Damião).

É muito visível que o Falcão já mudou o Inter para a melhor, mas hoje quase entregamos o jogo com a forma que o time ficou posicionado nos últimos 25 minutos de jogo.

Sobre o Guinazu: demorou muito para acontecer o que aconteceu. Jogador que dá carrinho deste jeito na intermediária do time adversário não pode ser confiável. É sempre um risco o time ficar com 10 em campo.

De bom: Tinga. É um jogador que acredito muito e que estava numa fase muito ruim. Tem entrado nos jogos e feito boas participações e hoje foi muito bem.

Por fim, muito bom termos mais dois GreNais pela frente.

sábado, 30 de abril de 2011

Exame PMP

Prestei o exame PMP em 29 de abril de 2011 e fui aprovado.

Gostaria de compartilhar algumas lições aprendidas:

Planejamento de estudo:

Não achar que o período de 1 ano de elegibilidade é muito tempo. Eu cometi este erro e não planejei corretamente o período de estudo e agendamento da prova.

Três semanas atrás fiz verificação do meu período de filiação e elegibilidade e vi que meu tempo se encerrava em 30 de abril de 2011, então marquei o exame para o último dia possível e tive que correr atrás de todo o tempo possível para estudo.

Estudo:

Li uma vez o PMBOK e a apostila da PMTech. Após, foquei nos simulados da PMTech e simulados do livro da Rita (6ª edição).

Sempre que finalizava os simulados, revisava as disciplinas que tinha uma pontuação mais baixa na apostila da PMTech.

Fazer todos os simulados faz muita diferença.

Durante todo o processo de estudo, o resumo de fórmulas e fluxo de processos da PMTech sempre na mão.

No dia anterior ao exame, somente li as dicas do Mauro para a prova e o capítulo "Motivos que podem reprová-lo no exame", do livro da Rita.

O Exame:

Achei a prova muito boa de ser realizada, pois a maioria das questões foram situacionais.

Utilizei 2:45 para passar todas as questões, marcando todas as que tinha dúvida. Após, fiz a revisão das marcadas, levando mais 45 min.

Fundamental ler atentamente as questões, pois o enunciado já elimina algumas alternativa e, por vezes, indica a alternativa correta.

Achei as questões bem distribuídas entre os processos e disciplinas:

- Sobre questões de cálculo, muito foco sobre índices de desempenho (custo e prazo). A maioria das questões não é necessário calcular nada e os índices são dados. Fundamental entender como o projeto esta no momento, segundo os índices apresentados.

- Existem algumas questões sobre entradas, ferramentas/técnicas e saídas de processos. Mesmo que não saiba qual é, neste ponto é importante pensar: "que info preciso para trabalhar neste processo", "o que entrego para o processo seguinte", etc.

- Muitas questões com "a melhor", "deve", "fazer primeiro", etc. Prestar atenção nisso, pois também é o indicativo da resposta correta.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Você deve decorar os ITTOs?

Você pensa que para passar no exame Project Management Professional (PMP®) você deve memorizar os ITTOs do Guia PMBOK ® (Inputs, Tools, Techniques, Outputs - Entradas, Ferramentas, Técnicas e Saídas)?

Você acredita que o
exame PMP® é cheio de perguntas sobre ITTO? Muitas pessoas ainda acreditam neste mito. Bem, deixe-me esclarecer alguns mal entendidos...

Muitos gerentes de projeto foram aprovados no exame PMP® sem memorização. O foco atual do exame PMP® está totalmente voltado para a compreensão aprofundada da aplicação de conceitos de gerenciamento de projetos e princípios do Guia PMBOK®, bem como o conhecimento geral sobre gerenciamento, a partir de outras fontes, de situações de projeto.

Seguramente, ITTOs são uma parte importante do Guia PMBOK® e cerca de 75% do material para o exame PMP® é retirado do Guia PMBOK®. Portanto, é compreensível assumirmos que, se há centenas de ITTOs no Guia, o exame deve estar cheio de perguntas baseadas no conhecimento sobre eles. E exemplos de questões como "Qual dos seguintes não é uma entrada do processo Criar WBS?", são abundantes na Internet.

Portanto, você deve ou não decorá-los?

Eis a minha história: Quando eu estudei para o meu exame PMP® eu os conhecia de cor. Eu poderia dizer exatamente qual ITTO é utilizado em qual processo. Mas eu fiz meu exame há anos atrás. Desde então, o exame PMP® tornou-se mais baseado na experiência com perguntas sobre questões situacionais fundamentadas no conhecimento.

Portanto, é necessária uma mudança na abordagem.

Ainda é importante ter um entendimento geral sobre qual ITTO é utilizado em que processo, mas você não precisa ser capaz de recitá-los de cor. É muito mais importante compreender o conceito de "Por que este ITTO é utilizado neste processo?" Seu conhecimento sobre PORQUE um ITTO é usado em um processo irá ajudá-lo definitivamente a chegar à resposta correta.

Além disso, esta nova abordagem é muito mais útil para você como um gerente de projeto a longo prazo. Sinceramente falando, quem se importa se um ITTO faz parte de um processo particular ou não depois de ter passado no exame PMP®? Se você precisa saber, basta procurá-lo! Mas sabendo quais são eles, porque você precisa deles e como aplicá-los com sucesso em seus projetos aumenta muito suas habilidades de gerenciamento de projetos. Há um longo caminho a percorrer para se tornar um gerente de projeto excepcional.

Como você está estudando os ITTOs para o seu exame PMP®, mantenha os seguintes conceitos em mente:

Primeiro de tudo, entradas e saídas são sempre "coisas", como um plano de gerenciamento de projeto, uma medida, um resultado, uma atualização de um plano, um documento ou um produto. Você pode tocar entradas e saídas.

Em segundo lugar, é muito comum que uma saída de um processo torne-se uma entrada para outro processo. Concentre seus estudos sobre a compreensão de como o fluem esses itens através de diversos processos no PMBOK ®, a fim de produzir as entregas do projeto. Use os diversos diagramas que o Guia oferece para entender graficamente.

Terceiro, ferramentas e técnicas, muitas vezes, são “ações” associadas aos processos, como uma reunião, uma metodologia, uma técnica, um formulário você deve preencher, ou uma matriz que você criar.

E, por último, não se esqueça de ler o glossário completo do Guia PMBOK®. Estude e compreenda as definições dos cerca de 350 termos. Novamente, você não está fazendo isso para memorizar, mas sim para aprender a "linguagem" do exame PMP®. Muitas vezes usamos termos de gerenciamento de projetos livremente e de forma intercambiável no nosso dia a dia. Mas para o exame, temos que saber exatamente o que cada termo significa.

A leitura do glossário garante que você conheça as definições corretas, e, como bônus, o glossário indica, para cada termo, se é uma entrada / saída, ferramenta ou técnica.

Então, vá além de da memorização. Estude o diagrama geral, os fluxos de dados e como os ITTOs são a “cola” entre os processos.

Autor: Cornelius Fichtne (enviado para a comunidade PmTech)

Fonte: http://www.pmisp.org.br

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Orçamento empresarial

No último mês, estive muito envolvido com o processo de construção do Orçamento 2011.

Segundo o Wikipedia, Orçamento é o plano financeiro estratégico de uma administração para determinado exercício.

A maioria das empresas têm entre suas responsabilidades desenvolver orçamentos para seus períodos de operação.

Um orçamento empresarial deve detalhar quais serão as receitas e despesas da companhia dentro de períodos futuros. A elaboração de um orçamento deve sempre ser feita com base nas previsões, nunca limitando a sua elaboração ao histórico, aos resultados e pressupostos passados.

O maior desafio para a elaboração de um Orçamento é exatamente este: deve considerar o passado, mas não se limitar a ele, e tem que se basear nas possibilidades futuras (e incertas), mas sem pensar em objetivos utópicos.

Qualquer empresa deve ter planos de curto, médio e longo prazo, sendo que o orçamento refletirá, sob ponto de vista financeiro, as ações planejadas para atingir os objetivos destes planos, além de manter o dia-a-dia da empresa em funcionamento.